Fonoaudiologia

A Fonoaudiologia possibilita trabalhar na prevenção, diagnóstico e reabilitação dos distúrbios da comunicação, operando de forma individual ou em conjunto com pediatras, neurologistas, psicólogos, pedagogos e otorrinolaringologistas.

Você precisa de Fonoaudiologia?


Você já se perguntou alguma vez, se precisa ou deveria fazer uma consulta com um fonoaudiólogo? Ou você imagina como a fonoaudiologia pode lhe ajudar?

Trocar letras, língua presa e respiração oral: esses são os motivos mais comuns que levam os pacientes ao fonoaudiólogo. Mas há outros motivos que justificam uma consulta. São muitas as situações em que esse tipo de trabalho pode ser útil. Veja a seguir casos em que a consulta ao fonoaudiólogo é indicada.


Perda de Audição

Perda auditiva pode ser detectada em qualquer fase da vida, não estando ligada somente a idade do indivíduo. Este tipo de deficiência traz para o ser humano determinadas limitações e dificuldades em ouvir diálogos e outros sons no seu dia-a-dia. Com o avanço da tecnologia e equipamentos diagnósticos hoje podemos avaliar a audição do bebê logo após o nascimento (TESTE DA ORELHINHA). O mais importante é ficar atento aos sinais de alteração auditiva e procurar um médico Otorrinolaringologista e um Fonoaudiólogo para realizar um diagnóstico de sua audição.


Voz

Para alguns profissionais, a voz é seu principal instrumento de trabalho. Por este motivo entendemos que obter informações sobre sua produção e os cuidados para mantê-la saudável, ao apresentarmos sinais como: disfônia (rouquidão) persistente, pigarro, falhas na voz, cansaço ao falar devemos procurar um médico especialista (otorrinolaringologista) e quando necessário o mesmo o encaminhará para a fonoaudióloga para que a mesma trabalhe e oriente a sua produção vocal se necessário.



Distúrbios articulatórios

Distúrbio Articulatório e Desvio Fonológico têm sido amplamente utilizados para designar dificuldades de cunho fonético e/ou fonológico. Distúrbio Articulatório está relacionado à funcionalidade e diretamente ligada ao aspecto motor da linguagem – falhas relativas a tempo, direção, pressão, programação e integração dos movimentos da articulação que resultam na ausência ou inadequação dos fonemas. Os tipos de alterações articulatórias são: omissão, substituição, distorção, adição e transposição.

Exemplos:
A Omissão: ocorre quando um fonema não é produzido exemplo: SAPATO a criança fala /apatu/ ou para palavra CHUVA  emissão saia /uva/.

A Substituição: ocorre quando um som é substituído por outro exemplo:  BOLA a criança fala /boia/ ou para nomear objeto como CANECA fala /kakeka/.

A Distorção: ocorre quando a criança na produção de um determinado som é alterado de modo que resultado desta seja um som aproximado. Exemplo:  para palavra SALA a emissão aparece o ceceio e emissão fica /chala/ ou CEBOLA emite /chebola/.

Deglutição Atípica: ocorre quando a língua ou outro músculo trabalha de maneira inadequada no momento da deglutição, fazendo com que haja uma alteração na função de engolir. Além dos problemas com os músculos, alteração no tônus, mobilidade e postura, também podem ser causadoras dessa disfunção.


Terapia de PCA (Processamento Auditivo Central)


O DPAC é caracterizado por afetar as vias centrais da audição, ou seja, as áreas do cérebro relacionadas às habilidades auditivas responsáveis por um conjunto de processos que vão da detecção à interpretação das informações sonoras. Na maior parte dos casos, o sistema auditivo periférico (tímpano, ossículos, cóclea e nervo auditivo) encontra-se totalmente preservado. A principal consequência do distúrbio está na dificuldade de processamento das informações captadas pelas vias auditivas. Assim, a pessoa ouvirá claramente a fala humana, mas terá dificuldades em interpretar a mensagem recebida.


Reabilitação Labirintica:  A Reabilitação Vestibular é um programa de tratamento realizado através de exercícios físicos e orientações que tem como objetivo restaurar o equilíbrio corporal do paciente portador de labirintopatia. A Reabilitação Vestibular fornecerá ao paciente exercícios adequados ao seu problema (terapia individualizada) que irão estimular e acelerar estes mecanismos de compensação, propiciando o restabelecimento do equilíbrio de forma mais rápida e ajudando o paciente a retornar as suas atividades diárias.


Exames diagnósticos para avaliação da audição infantil e adulta.


AVALIAÇÕES OBJETIVAS E SUBJETIVAS


A avaliação auditiva pode ser objetiva ou subjetiva. A avaliação objetiva é realizada por meio de exames eletrofisiológicos e independe de colaboração; já a subjetiva depende da colaboração da criança. Os dois tipos de exame são examinador-dependentes e a experiência do profissional que realiza o exame é sempre um grande diferencial.

Exames subjetivos para avaliação da audição na infância.


  1. Avaliação instrumental da audição
  2. Audiometria condicionada
  3. Audiometria convencional
  4. Avaliação de processamento auditivo central

Exames objetivos para avaliação da audição na infância.


  1. Impedanciometria
  2. PEATE (potenciais evocados auditivos de tronco encefálico)
  3. Respostas Auditivas de Estado Estável (ASSR)
  4. Otoemissões Acústicas Evocadas por Transientes e Produto de Distorção

DESCRIÇÕES DOS TESTES AUDITIVOS SUBJETIVOS


Avaliação instrumental da audição.
Pode ser realizada em qualquer faixa etária, sendo mais indicada entre os 6 meses e os 2 anos de idade. Trata-se de um método rápido, fácil, sem risco e de baixo custo. 

Audiometria convencional
Classicamente indicada a partir dos 6 anos de idade. É realizada em cabine acústica, com fones de ouvido. O examinador apresenta estímulos sonoros de tons puros em diferentes frequências e intensidades para identificação do paciente (audiometria tonal), além de apresentar palavras monossilábicas e dissilábicas para avaliar a discriminação e a menor intensidade sonora em que ocorre o reconhecimento da fala. 

A audiometria é considerada o exame padrão-ouro para diagnóstico de perda auditiva e deve ser realizada sempre que possível.

Processamento auditivo central
As causas do DPAC podem ser variadas e muitas vezes desconhecidas, contudo as mais comuns são de origem genética, otites de repetição, lesões cerebrais por anóxia ou traumatismo craniano, presença de outros distúrbios neurológicos, atraso maturacional das vias auditivas do Sistema Nervoso Central ou por envelhecimento natural do cérebro. Por isso, a maior parte dos diagnósticos é feita em crianças e idosos.

Os principais sintomas que podem ser percebidos na criança com DPAC:


  • Dificuldade de memorização em atividades diárias;
  • Dificuldades acadêmicas para ler e escrever;
  • Fadiga atencional em aulas ou palestras;
  • Troca de letras na fala ou escrita;
  • Demora em compreender o que foi dito;
  • Dificuldades em compreender informações em ambientes ruidosos;
  • Desatenção e distração;
  • Solicita repetição constante da informação;
  • Agitação;
  • Dificuldade para entender conceitos abstratos ou duplo sentido;
  • Dificuldade para executar tarefas que lhe foram solicitadas;

A avaliação do processamento auditivo central está indicada para aquelas crianças e adultos cuja audiometria é normal ou que apresentam perda leve de audição, com quadro clínico desproporcional em relação ao desenvolvimento da linguagem. Em teoria, está indicada a partir dos 7 anos de idade; porém, em alguns casos, é possível realizar testes selecionados a partir dos 5 anos.

DESCRIÇÕES DOS TESTES AUDITIVOS OBJETIVOS


Impedanciometria/Imitânciometria.
Realizadas a partir do 6º mês de vida, requerem mínima colaboração do paciente – geralmente realizadas no colo do responsável, sem maiores dificuldades, e têm como pré-requisito a integridade da membrana timpânica a ser examinada.

A impedanciometria consiste na pesquisa do reflexo estapediano em diversas frequências para determinação do seu limiar. O reflexo estapediano está ausente na presença de líquido na orelha média e em diversas patologias otológicas – desde surdez moderada a profunda até paralisia facial, entre outras.

PEATE
PEATE em português : “potenciais evocados auditivos de tronco encefálico”, também conhecido como BERA (Brainstem Evoked Response Audiometry). É considerado um exame objetivo, porém depende muito da experiência do examinador para sua realização e interpretação adequadas. Em crianças, é geralmente realizado sob sedação ou durante o sono.

Respostas auditivas de estado estável ASSR
Também conhecido em inglês como: ASSR (Auditory Steady State Responses), este exame avalia as respostas auditivas evocadas por estímulos de frequência específica simultâneos em ambas as orelhas. Atualmente, é realizado como complemento do PEATE. Também é necessária a sedação ou a realização do exame com a criança dormindo.

Otoemissões Acústicas Evocadas por Transientes e Produto de Distorção
É o exame auditivo que consegue avaliar a integridade das células ciliadas externas que estão presentes na cóclea, no entanto, é necessária a integridade da orelha média e externa para que as emissões otoacústicas sejam captadas pelo equipamento e assim, obter uma resposta satisfatória. A pesquisa de emissões otoacústicas é um procedimento objetivo, rápido, não causa dor e tem grande importância no diagnóstico diferencial das patologias que afetam as vias auditivas, por isso devem ser realizadas em indivíduos de todas as idades.

É o exame realizado nos recém-nascidos, conhecido como “TESTE DA ORELHINHA” que se tornou obrigatório em 2010 com a lei federal nº12.303/2010.

Vectoeletronistagmografia (exame da labirintite)
A Vectoeletronistagmografia (VENG) é um exame que tem como finalidade avaliar o sistema vestibular que, por sua vez, trata-se de um sistema sensorial que consiste em um conjunto de órgãos do ouvido interno. Esse sistema também é conhecido como labirinto e é responsável pelo equilíbrio corporal.

ADAPTAÇÃO DE APARELHOS AUDITIVOS


Parceria com Digsom Joinville DIGSOM/PHONAK
O Grupo Digsom nasceu em 1992, com o objetivo de oferecer um atendimento diferenciado aos Catarinenses. Ao longo desses anos a Digsom vem aperfeiçoando seus produtos e serviços. Em 2006 passa por nova transformação, tornando-se única empresa a oferecer um atendimento completo em reabilitação auditiva. A PHONAK NO MUNDO

O objetivo da Phonak é melhorar a qualidade de vida das pessoas com perda auditiva. Com sede em Stäfa, próxima a Zurique, Suíça, a Phonak desenvolve, produz e distribui mundialmente aparelhos auditivos e sistemas de comunicação sem fio, com tecnologia de ponta há mais de 50 anos.

PHONAK
A Phonak é reconhecida como líder mundial no desenvolvimento de soluções auditivas. Participa de projetos de pesquisa em parceria com as melhores universidades internacionais, buscando soluções auditivas inovadoras. Desenvolvimentos pioneiros, uma rede de produção e distribuição global, liderança inovadora e um mercado em constante expansão. Isso é Phonak.

Alinha de Aparelhos Phonak estão disponíveis em nossa Clínica para adaptação e teste em nossos pacientes.